Indispensável em qualquer projeto, o aterramento elétrico protege pessoas, animais e equipamentos contra choques e sobretensões.
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É um sistema de proteção que conecta instalações elétricas e estruturas metálicas diretamente ao solo através de condutores e hastes.
Dessa forma, ele escoa correntes elétricas indesejadas, evitando choques, incêndios e danos aos equipamentos.
A principal função é a segurança. Entre os benefícios, destacam-se:
Conduzir correntes de fuga para o solo;
Estabilizar o potencial elétrico do sistema;
Proteger contra choques elétricos graves;
Prevenir incêndios causados por sobrecarga elétrica.
Além de proteger vidas, o sistema ajuda a:
Preservar a integridade de aparelhos e equipamentos;
Evitar danos financeiros com manutenção corretiva;
Permitir o funcionamento eficaz de disjuntores e fusíveis;
Proteger contra descargas atmosféricas (raios), quando integrado ao SPDA.
Cada tipo tem uma função específica no projeto:
1.Aterramento de proteção:
Evita choques elétricos em caso de falhas.
2.Aterramento funcional:
Essencial para a operação de determinados equipamentos.
3.Aterramento de blindagem:
Protege contra interferências eletromagnéticas (EMI).
Ele atua como uma "rota de fuga". Assim, em caso de sobretensão, a energia é direcionada ao solo.
É composto por 3 partes principais:
Eletrodo:
Haste metálica fincada no solo.
Condutor:
Cabos e barramentos de baixa resistência.
Painel/Quadro:
Ponto de interligação com a rede.
A escolha depende da instalação e das normas:
TN (TN-S, TN-C e TN-C-S):
O Neutro é aterrado e serve também como fio de proteção (em sistemas industriais e comerciais).
TT:
Neutro e aterramento são separados (comum em residências).
IT:
Nenhum ponto é diretamente aterrado (ideal para locais críticos de fornecimento, como hospitais).
Fique atento a estes sinais que indicam conformidade:
Presença de fio terra nas tomadas;
Disjuntor DR instalado e funcionando;
Ausência de choque ao tocar partes metálicas de eletrodomésticos;
Medição de resistência adequada (com megômetro ou terrômetro).
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Para garantir a segurança e a eficiência do sistema, o projeto deve seguir rigorosamente as diretrizes da ABNT:
✓ NBR-16254:
Materiais e ensaios.
✓ NBR-5410:
Instalações de baixa tensão.
✓ NBR-5419:
Proteção contra descargas atmosféricas (SPDA).
✓ NBR-7117:
Medição da resistividade do solo.
✓ NBR-15751:
Aterramento para subestações de energia.
✓ NBR-16527:
Aterramento de sistemas de distribuição.
✓ Lei nº 11.337/2006:
Que exige obrigatoriamente o condutor-terra e tomadas com terceiro pino em novas construções no Brasil.
Inspeções regulares e preventivas evitam falhas e prolongam a vida útil do sistema:
Testar a resistência de aterramento (ideal < 10 ohms);
Verificar conexões e ferragens;
Avaliar corrosão em eletrodos e condutores;
Documentar todas as inspeções.
Produtos certificados e com Selo Ecológico ABNT, garantindo máxima eficiência e durabilidade.
Hastes de aterramento de alto desempenho;
Conectores à compressão com baixa resistência de contato;
Ferramentas de aplicação para conexões confiáveis;
Cabos bimetálicos CS-COPPERSTEEL® (feitos de aço revestido de cobre).
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